O
conceito de educação ao ar livre é algo novo na prática pedagógica no Brasil,
no entanto, estudos apontam que as crianças têm a necessidade de brincar e de
aprender ao ar livre, pois, além de ser prazeroso, amplia as possibilidades de
aprendizagem. Para elas, o lado de fora é muito atrativo, e simbolicamente
diferente do lado de dentro das janelas e paredes da sala de aula.O ensinar do
lado de fora da sala de aula motiva e leva uma aprendizagem mais eficaz para os
alunos.
Os
docentes da atualidade precisam ter em mente a educação ao ar livre oferece
recursos muitos importantes e proporciona a experiência com a natureza e a
aplicabilidades de conhecimentos adquiridos em sala além de trazer benefícios
como: Melhor retenção do conhecimento, melhores estratégias de ensino, melhor
qualidade no ambiente de aprendizado, as atividades se tornam mais atrativas e
divertidas amezinhando muitas vezes as tensões da sala de aula e ajuda a estabelecer um elo natural entre os estudantes e
a comunidade local.
(RE) significar alguns conceitos
geográficos ao ar livre se torta pertinente dentro do campo geográfico pois, o
campo é o laboratório da geografia e a compreensão dos conceitos de paisagem,
lugar, território, região e rede está atrelado após um olhar minucioso com meio
em que se está inserido. Temos como
exemplo, a oficina de lugar e paisagem que só foi possível a compreensão dos
conceitos após observações dos alunos do lado de fora da escola onde se pediu
para que eles descrevem e desenhassem o que viam do caminho da escola tornando
assim, uma aprendizagem mais eficaz para as crianças a partir de sua percepção
do meio.
Cavalcante
e Costella (2016, p.158) abordam que o conhecimento é construído a partir do
ser humano, seu universo de experiência e da possibilidade de deixar-se
aprender movido por desafios e inquietações. Compreendemos assim, que conhecer
é muito mais que informar-se ou até mesmo comunicar-se, conhecer pressupõe
comportamento e ações sobre o objeto e o meio.
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